Após ligar para todas as instituições da cidade pedindo ajuda e ouvir que nenhuma delas podia fazer nada, dos nove, cinco foram para a casa da minha mãe, dois foram adotados temporariamente por uma estagiária e dois foram deixados por ela em um pet shop para que fossem adotados.
O destino dos outros quatro eu ignoro, mas dos cinco que foram para a casa da minha mãe, dois não sobreviveram, pois eram muito pequenos e precisavam ter mamado por mais tempo para adquirirem resistência.
Quanto à Elfrida/Lalá, a duplicidade de nomes é porque a casa da minha mãe tem muitas pessoas e cada um acaba dando um nome carinhoso para determinados cachorros que assim os inspiram. Eu a chamo pelo primeiro nome, pois batizei três desses cães em homenagem a artistas do teatro maringaense: Calil, Celinha e Elfrida. As fotos registram Elfrida quando chegou, seu crescimento e sua fase atual. Em breve, fotos dos irmãozinhos.
Ah! Para constar: é claro que a intenção dos nomes é para homenagear mesmo, não ofender. Parece desnecessário explicar isso, mas sempre tem aqueles que julgam desrespeitoso dar nome de gente para cachorro. Eu acho uma bonita homenagem.
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